SÃO FRANCISCO — Incontáveis quantidades de dólares e carreiras científicas inteiras foram transferidas para prever onde e quando ocorrerá o próximo vasto terremoto. Contudo, ao inverso da previsão do tempo, o que melhorou significativamente com o emprego de satélites e modelos matemáticos mais poderosos, a antevisão de terremotos tem estado cheia de repetidos fracassos.

Alguns dos terremotos mais destrutivos do universo —entre eles os da China, em 2008, o Haiti em 2010 e o Japão em 2011— ocorreram em áreas que os mapas de traço sísmico tinham considerado como relativamente seguros. O último extenso terremoto que atingiu Os Anjos, o Northridge, em 1994, registrou-se numa falha que não aparecia nos mapas sísmicos.

“Estou de fato esperançoso pela primeira vez pela minha carreira que conseguiremos avanços sobre o assunto este problema”, falou Paul Johnson, um professor em Los Alamos National Laboratory, que está entre aqueles que lideram esta procura. Ao saber sobre isto os fracassos passados na antevisão de terremotos, os cientistas são cuidadosos no momento em que lhes perguntam a respeito do progresso que conseguiram pela utilização da inteligência artificial. Alguns se referem às previsões como “a frase P”, visto que eles não querem nem ao menos insinuar que é possível. No entanto, um sério objetivo, salientam, é ter a competência de fornecer previsões confiáveis.

Por exemplo, as perspectivas de um terremoto, de que são indicadas em mapas de risco sísmico têm consequências significativas, especificamente ao instruir os engenheiros como precisam criar edifícios. Os críticos comprovam que esses mapas são substancialmente imprecisas. Um mapa de Los Angeles sinaliza a probabilidade de um terremoto transcorrer uma robusto agitação dentro de um estabelecido tempo, geralmente cinqüenta anos. Graças a que o intervalo médio entre estes grandes terremotos, foi de 135 anos, a uma análise comum é que o sul da Califórnia, está junto a sofrer um extenso terremoto.

entretanto, os intervalos entre os terremotos são tão variados —em intervalos de até 44 305 anos— que se levar em conta a média não é uma ferramenta de antevisão muito benéfico. Um vasto terremoto podes ocorrer amanhã ou dentro de um século e meio ou em uma etapa superior de tempo.

Essa é uma das considerações de Philip Stark, um decano membro na Universidade da Califórnia, campus de Berkeley, pela Divisão de Ciências Físicas e Matemáticas. Stark descreve o sistema completo de promessa de terremotos como “algo entre sem importância e enganoso” e instou para removê-lo. A nova pesquisa sísmica relacionada com a inteligência artificial se apóia em redes neurais, a mesma tecnologia que tem ajudado a acelerar o progresso de tudo, desde os assistentes digitais que falam até os automóveis autônomos. Ligeiramente modelagem com apoio na rede de neurônios no cérebro humano, uma rede neural é um sistema matemático complexo que podes assimilar tarefas por si mesmo.

Os cientistas notabilizam que as informações sísmicos são notavelmente aproximados aos detalhes de áudio que empresas como Google e Amazon usados para treinar a rede neural para identificar comandos falados em assistentes digitais como Alexa. Quando estudam os terremotos, é o computador à pesquisa de padrões em montanhas de detalhes em vez de depender dos olhos de um cientista. “Ao invés uma seqüência de expressões, temos uma seqüência de medições de movimento do solo”, argumentou Zachary Ross, um pesquisador do Laboratório Sismológico do Instituto de Tecnologia da Califórnia, que explora as técnicas de inteligência artificial. “Nós Estamos pesquisando por os mesmos tipos de padrões nestes detalhes”.

Brendan Meade, um professor de Ciências da terra e Planetárias da Universidade de Harvard, começou a percorrer essas técnicas depois de passar um ano sabático no Google, uma empresa pela vanguarda da investigação da inteligência artificial. Seu primeiro projeto mostrou que, pelo menos, esses métodos de aprendizado de máquina podem acelerar significativamente as tuas experiências.

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Ele e seus alunos de pós-graduação usaram uma rede neural pra realizar um teste de terremoto quinhentas vezes rapidamente do que teriam sido no passado. O que alguma vez tomou dias sem demora só precisou de alguns minutos. Meade, assim como descobriu que estas técnicas de inteligência artificial conseguem conduzir a algumas idéias. No fim do ano, com outros pesquisadores do Google e Harvard, publicou um postagem que mostra como as redes neurais podem prever réplicas. Esse tipo de projeto, acredita ele, representa uma vasto modificação pela maneira em que se faz a sismologia. Trabalhos similares estão em andamento em locais como Caltech e da Universidade de Stanford.

“Estamos em um ponto em que a tecnologia pode fazê-lo tão excelente —ou até melhor— que os especialistas humanos”, falou Ross. O que entusiasma esse otimismo reservado é a crença de que à proporção que os sensores se tornem cada vez mais menores e baratos, os cientistas serão capazes de coletar quantidades maiores de detalhes.